Publicado por: ceebcuritiba | 30 de julho de 2015

Venha se educar para a morte!

Seminario Educação para a Morte

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Olá amigos,

Assistam aqui a palestra realizada pelo Dr. Andrei Moreira com o tema “Depressão – Uma Visão Médico-Espírita” realizada na CEEB em 12/04/2015. Agradecemos ao Andrei pelo carinho e pela luz trazida a todos nós.

Publicado por: ceebcuritiba | 5 de abril de 2015

Andrei Moreira na CEEB!!!

Publicado por: ceebcuritiba | 23 de março de 2015

Andrei Moreira na CEEB!!!

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Publicado por: ceebcuritiba | 17 de dezembro de 2014

Palestra Cantada com Cristiano Salge na CEEB – 10/jan/2015

Olá amigos,

No próximo dia 10/jan/2015, sábado às 14:00 horas, teremos uma Palestra Cantada que está sendo preparada com muito carinho pelo amigo e irmão Cristiano Salge.

O tema será a vida de Francisco de Assis e no repertório estão músicas belíssimas a relembrar os atos deste vulto amoroso.

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Publicado por: ceebcuritiba | 17 de dezembro de 2014

Natal na CEEB – 25/dez/2014

Olá amigos,

No próximo dia 25/dez/2014 (quinta-feira) a partir das 20:00 horas, todos estão convidado para nossa Reunião de Natal.

Será um momento de confraternização entre todos, exaltando o nascimento do Divino Aniversariante através da arte.

Convide sua família e venha participar conosco!

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Publicado por: ceebcuritiba | 17 de dezembro de 2014

Projeto SEMEAR – FEB

A FEB – Federação Espírita Brasileira lançou em 2014, por ocasião da comemoração dos 100 anos da Evangelização Infantil, a primeira temporada do Projeto SEMEAR, contendo 12 episódios abordando vários pontos importantes quanto ao papel do Evangelizador junto à Evangelização.

Os vídeos contém a participação do DIJ – Departamento de Infância e Juventude da FEB e também de Sandra Borba. Clique abaixo para assistir a sequencia de vídeos no Youtube:

Publicado por: ceebcuritiba | 17 de dezembro de 2014

A Evangelização Espírita e os Serviços Assistenciais – Cecília Rocha

A EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA E OS SERVIÇOS ASSISTENCIAIS – Cecília Rocha

O trabalho de evangelização es­pírita junto ao menor socialmente ca­rente tende a se confundir com a as­sistência material, no que concerne à distribuição de alimentos, roupas e agasalhos indispensáveis ao bem es­tar físico dessas crianças e adolescen­tes, multi-carenciados.

Levados pelos seus mentores espirituais esses menores nem sabem o que procuram nem o de que, real­mente, necessitam, quando batem à porta da instituição espírita. Sentem fome e passam frio, ou estão suados e sedentos, buscando todos a sa­tisfação de suas necessidades imediatas de sobrevivência. Seus interesses, conforme a situação em que se encontram, não vão além da busca do alimento. A fome leva-os a se concentrarem totalmente na pro­cura do pão pois, que nesta contin­gência, tudo o mais lhes parece se­cundário.

Sob os rigores de climas frios ou sob o sol escaldante das regiões quentes, chegam eles aos nossos redutos de trabalho cristão espe­rançosos, certos de obter o socor­ro urgente de que carecem.

Entretanto, como soe aconte­cer nos arrais espíritas, são poucos os trabalhadores dispostos ao tra­balho e enormes as necessidades da­queles que chegam às casas espíritas em busca de auxílio, os mais diver­sos.

Em vista desse fato, os compa­nheiros incumbidos da tarefa de evangelizar ficam sobrecarregados de trabalho entre as providências de or­dem material socorrista e a organiza­ção das tarefas que visam a levar os ensinos evangélicos, à luz do Espiri­tismo, a esses menores, carentes não somente de pão material, mas sobre­tudo do espiritual pois que, na base de qualquer tipo de carência situam-se as de ordem espiritual.

A ação evangelizadora não visa tão somente à criança necessitada de bens materiais, mas a todas as crian­ças e adolescentes que desabrocham para a vida física necessitados da orientação evangélica, na ótica da Dou­trina Espírita.

Não obstante a consciência de que todo o momento é o momento de evangelizar, há todo um programa es­pecífico para esse trabalho na qual estão expressos os objetivos, os conteúdos evangélicos e espíritas com uma metodologia própria para a faixa etária a qual é destinado.

A evangelização da criança socialmente carente acrescenta um desafio assistencial à atividade pedagógica.

Fornecer às crianças lanche, ape­trechos de higiene, atividades recrea­tivas etc, não substitui a evangeliza­ção propriamente dita, embora lhe sejam parte integrante. É preciso en­sinar-lhes as sublimes lições do Evan­gelho, interpretadas à luz do Espiritis­mo, metódica e gradativamente para que removam, para sempre, os moti­vos pelos quais sofrem.

É necessário descortinar-lhes novos horizontes. É mister penetrar­lhes o interior, ai depositando os ger­mes da verdadeira sabedoria que se fundamenta nas singelas lições de Jesus.

Para isso, cumpre-nos organizar esses momentos nos quais serão ana­lisados temas da maior importância para todos nós, jovens e adultos, que estamos percorrendo os caminhos da experiência física.

A tarefa de evangelizar que pre­vê uma estrutura escolar, com Currí­culo de Ensino próprio, controle de freqüência, experiências de aprendi­zagens, situações provocadas de aprendizagem, de vivências e de seriação que prevê as faixas etárias de infância e adolescência, não pode estar contida dentro da tarefa assistencial. Essas duas tarefas po­dem correr juntas, mas não podem substituir uma a outra. Uma socorre o corpo, casa do Espírito, e a outra socorre o Espírito dono da casa.

É preciso evitar a simplificação reducionista que mutila o aspecto doutrinário em nome da adequação pedagógica à criança socialmente carente.

Alguns companheiros de Doutri­na Espírita, examinando, talvez de maneira superficial, a problemática das crianças carentes, julgam-nas in­capazes de compreenderem o Espiri­tismo, restringindo suas aulas a con­teúdos de boas maneiras, ou de higie­ne corporal, sem entrar nas causas profundas de seus sofrimentos o que fariam se lhes repassassem noções de livre-arbítrio e lei de causa e efeito, noções de reencarnação e de Justiça Divina, capazes de lhes oferecerem explicações preciosas, aplacando-lhes a revolta e reforçando-lhes o desejo de superarem-se.

Negar os ensinamentos do Espi­ritismo e do Evangelho aos necessi­tados ou carentes é pior do que ne­gar-lhes o pão e a sopa, pois, se a fome de alimento constitui-lhes um grande flagelo, a da alma lhes paralisa o pro­gresso, embotando-lhes os sentidos e a inteligência.

É natural que nos sensibilizemos ante a criança com fome e frio, perambulando aparentemente sem destino e sem esperanças. Mais na­tural, ainda, corrermos ao seu encon­tro, oferecendo-lhe, além do nosso carinho, o pão e o agasalho. Isso é muito, mas não é tudo. As razões, as causas dos seus sofrimentos, que o Espiritismo esclarece, fortalecem-lhes a coragem e a disposição de prosseguir, ao mesmo tempo em que levam­-na a compreender a Justiça Divina, o que é fundamental para o seu equilí­brio psíquico.

Seguindo essa linha de pensamen­to, fazemos nossas as palavras conti­das no Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita: “Sendo o Es­piritismo a revivescência do Cristia­nismo, [Cristianismo do Cristo], nada mais natural que ele tenha no seu in­terior uma dimensão essencialmente educativa, uma proposta de educação moral voltada para a formação do homem cristão, do homem de bem.”

Fica, pelo exposto, evidenciada a necessidade de a evangelização espí­rita ter seu espaço próprio, sua pro­gramação curricular, sua metodologia, adequada à faixa etária dos partici­pantes, e, ainda, uma organização re­comendável e necessária a toda e qualquer atividade produtiva.

Texto publicado na Revista A Reencarnação, nº 427.

Publicado por: ceebcuritiba | 8 de setembro de 2014

Laboratório Evangelização – Jesus na Casa de Zaqueu

Olá amigos,

Dando sequencia às postagens dos Laboratórios realizados na Evangelização, o penúltimo deste ano, tivemos o tema JESUS NA CASA DE ZAQUEU, onde foi realizado com todas as turmas e evangelizadores presentes um TEATRO VIVENCIAL.

O Teatro Vivencial (conhecido por outros nomes também) consiste em vivenciar uma história onde o próprio público são os personagens, mas o mais interessante é que eles não conhecem a história e é isso que dá o gosto da coisa, pois à medida que o narrador vai contando a história, os participantes falam e agem, vivem e sentem as emoções de cada cena, pois tudo é novidade!

Neste caso, como a turma ficou maior com a junção de todas, os personagens principais foram decididos dentro de cada grupo. O roteiro abaixo foi definido em reunião com os evangelizadores (clique na imagem para aumentar):

LABORATÓRIO 04: Jesus na Casa de Zaqueu

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Alguns pontos foram importantes para nossa reflexão ao concluir este trabalho:

– Os evangelizadores deverão somente instigar as crianças e jovens a montarem seu figurino e cenário sem contar de fato a história, senão o teatro vivencial perde a sua função (não há necessidade de ensaios);

– Trabalho em equipe: a comunicação entre todos os evangelizadores será essencial para cumprimento do tempo e ajuda nos momentos em que as crianças “dispersam” a atenção;

– Estudo: é fundamental que todos estudem a bibliografia, pois será mais rico no momento final onde serão trazidas no grupo as questões espirituais da passagem de em questão;

– Sentimento: O importante aqui não é a conclusão do teatro (melhor figurino, melhor cenário, melhor performance, etc.), mas sim o que cada um viveu nesta história em qualquer papel (multidão, apóstolos, Zaqueu, Jesus, etc.), pois encontrar a Jesus, viver um momento com Jesus, é o mais importante e principalmente, através da arte participar das lições que Ele nos trouxe.

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Bibliografia estudada e utilizada para construção e vivência da peça:

– NOVO TESTAMENTO: EVANGELHO DE MATEUS

– PRIMÍCIAS DO REINO – AMÉLIA RODRIGUES – ZAQUEU: O RICO DE HUMILDADE

– BOA NOVA – HUMBERTO DE CAMPOS – O SERVO BOM

– RESSUREIÇÃO E VIDA – YVONNE DO AMARAL PEREIRA – O REINO DE DEU

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