Publicado por: ceebcuritiba | 28 de junho de 2014

Estudo da Revista Espírita

Olá amigos,

Na intenção de divulgar a Doutrina Espírita e também de disponibilizar o material para o Estudo da Revista Espírita que ocorre na CEEB, todas as sextas-feiras às 20:00hs, criamos uma página dentro do nosso blog com os links para donwload da Revista Espírita e também das outras obras de Allan Kardec:

http://casaespiritaeuripedesbarsanulfo.wordpress.com/revistaespirita/

ME Ilustração 2 - Os 12 Volumes da Revista Espírita

Publicado por: ceebcuritiba | 15 de junho de 2014

Ouça o Seminário Mediunidade e Evangelho com Wagner Gomes da Paixão

Olá amigos,

Segue abaixo os links para ouvir no youtube o Seminário Mediunidade e Evangelho realizado por Wagner Gomes da Paixão nos dias 17 e 18 de Maio de 2014 na CEEB/PR – Casa Espírita Eurípedes Barsanulfo – Curitiba / Paraná.

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Publicado por: ceebcuritiba | 5 de maio de 2014

Propriedades – Estudo do Livro dos Espíritos Q266 parte final

Postado originalmente em FEEAK MINAS:

Estudo realizado na FEEAKMINAS em 02/05/2014, por Carlos A B Costa, em torno da questão 266 comentário de Kardec.

Ver original

Publicado por: ceebcuritiba | 5 de maio de 2014

Visão de Eurípedes (O Apóstolo da Mediunidade) – de Hilário Silva

Postado originalmente em FEEAK MINAS:

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Na Reunião Pública desta terça-feira, dia 06/05/2014, a partir das 20h, será exposto o tema “Os últimos serão os Primeiros”, itens II e III do Capítulo XX, do Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Capítulo XX – Os trabalhadores da última hora
Os trabalhadores da última hora
Os últimos serão os Primeiros

2 – O trabalhador da última hora tem direito ao salário. Mas, para isso, é necessário que se tenha conservado com boa-vontade à disposição do Senhor que o devia empregar, e que o atraso não seja fruto da sua preguiça ou da sua má vontade. Tem direito ao salário, porque, desde o alvorecer, esperava impacientemente aquele que, por fim, o chamaria ao labor. Era trabalhador, e apenas lhe faltava o que fazer.
Se tivesse, entretanto, recusado o trabalho a qualquer hora do dia; se tivesse dito: “Tenham paciência; gosto de descansar. Quando soar a última hora, pensarei no salário do dia. Que me importa esse patrão que não conheço e não estimo? Quanto mais tarde, melhor!” Nesse caso, meus amigos, não receberia o salário do trabalho, mas o da preguiça.
Que dizer, então, daquele que, em vez de simplesmente esperar, tivesse empregado as suas horas de trabalho para cometer estripulias? Que tivesse blasfemado contra Deus, vertido o sangue de seus semelhantes, perturbado as famílias, arruinado homens de boa-fé, abusado da inocência? Que tivesse, enfim, se lançado a todas as ignomínias da humanidade? O que será dele? Será suficiente dizer, à última hora: “Senhor usei mal o meu tempo; empregai-me até o fim do dia, para que eu faça um pouco, um pouquinho que seja da minha tarefa, e pagai-me o salário do trabalhador de boa-vontade!”? Não, não! Porque o Senhor lhe dirá: “Não tenho agora nenhum trabalho para ti. Esperdiçaste o teu tempo, esqueceste o que havias aprendido, não sabes mais trabalhar na minha vinha. Cuida, pois, de aprender de novo, e quando te sentires mais bem disposto, vem procurar-me e te franquearei as minhas terras, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia”.
Bons espíritas, meus bem-amados, todos vós sois trabalhadores da última hora. Bem orgulhoso seria o que dissesse. “Comecei o trabalho de madrugada e só o terminarei ao escurecer”. Todos vieram quando chamados, uns mais cedo, outros mais tarde, para a encarnação cujos grilhões carregais. Mas há quantos e quantos séculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que aceitásseis o convite? Eis chegado, agora, o momento de receber o salário. Empregai bem esta hora que vos resta. Não vos esqueçais de que a vossa existência, por mais longa que vos pareça, não é mais do que um momento muito breve na imensidade dos tempos que constituem para vós a eternidade. (Constantino – Espírito Protetor, Bordeaux, 1863)

3 – Jesus amava a simplicidade dos símbolos. Na sua vigorosa expressão, os trabalhadores da primeira hora são os Profetas, Moisés, e todos os iniciadores que marcaram as diversas etapas do progresso, continuadas através dos séculos pelos Apóstolos, os Mártires, os Pais da Igreja, os Sábios, os Filósofos, e, por fim, os Espíritas. Estes, que vieram por último, foram entretanto anunciados e preditos desde o advento do Messias. Receberão, pois, a mesma recompensa. Que digo? Receberão uma recompensa maior. Últimos a chegar, os Espíritas aproveitam o trabalho intelectual dos seus antecessores, porque o homem deve herdar do homem, e porque os trabalhos e seus resultados são coletivos: Deus abençoa a solidariedade.
Muitos dos antigos revivem hoje, ou reviverão amanhã, para acabar a obra que haviam começado. Mais de um patriarca, mais de um profeta, mais de um discípulo do Cristo, e de um divulgador da fé cristã se encontram, entre vós. Ressurgem mais esclarecidos, mais adiantados, e já não trabalham mais nos fundamentos, mas na cúpula do edifício. Seu salário será, portanto, proporcional ao mérito da obra.
A reencarnação, esse belo dogma, eterniza e precisa a filiação espiritual. O Espírito, chamado a prestar contas do seu mandato terreno, compreende a continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Vê e sente que apanhou no ar o pensamento de seus antecessores. Reinicia a luta, amadurecido pela experiência, para ainda mais avançar. E todos, trabalhadores da primeira e da última hora, de olhos bem abertos sobre a profundidade da Justiça de Deus, não mais se queixam, mas se põem a adorá-lo.
Este é um dos verdadeiros sentidos dessa parábola, que encerra, como todas as que Jesus dirigiu ao povo, as linhas do futuro, e também, através de suas formas e imagens, a revelação dessa magnífica unidade que harmoniza todas as coisas no universo, dessa solidariedade que liga todos os seres atuais ao passado e ao futuro. (Henri Eine – Paris, 1863)

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

Publicado por: ceebcuritiba | 5 de maio de 2014

Estudo Sistematizado Doutrina Espirita – 05/05/2014

Nesta segunda-feira, dia 05/05/2014, das 20 às 21h, na CEEB Curitiba, daremos continuidade ao Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – ESDE. E que, para este estudo temos duas turmas, sendo uma delas a de iniciantes.

ESDE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

 

Seminário Wagner CEEB Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

Nas Reuniões Públicas deste sábado, dia 03/05/2014, pela manhã as 9h e à tarde as 14h, será exposto o tema “Eurípedes Barsanulfo o homem e a missão”.

Eurípedes Barsanulfo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nasceu em 1.º/05/1880 na cidade de Sacramento em Minas Gerais.
Foi professor, político e Espírita.
Faleceu aos 38 anos no dia 1.º/11/1918.

Para mais informações a respeito deste Homem de Bem compareca a uma destas reuniões na Casa de Eurípedes Barsanulfo – Curitiba/PR.

 

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

Publicado por: ceebcuritiba | 1 de maio de 2014

Revista Espírita – 02/05/2014

Na noite desta sexta-feira, dia 02/05/2014, as 20h, na Casa Espírita Eurípedes Barsanulfo, discutiremos, no Estudo da Revista Espírita 1858, mês de Janeiro, o item “Reconhecimento da Existência dos Espíritos e de suas Manifestações.

Quem se interessar favor entrar em contato, através deste blog e solicitar o arquivo com as informações.

Revista Espírita, Jornal de Estudos Psicológicos, “periódico mensal que circulou pela primeira vez em Paris, no dia 1° de janeiro de 1858, e foi publicada sob a responsabilidade direta de Allan Kardec até a sua desencarnação, ocorrida em 31 de março de 1869, passando, a partir de então, a ser administrada pelos seus continuadores.

revista espírita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Allan Kardec transformou-a numa tribuna livre, na qual sondava a reação dos homens e a impressão dos Espíritos acerca de determinados assuntos, ainda hipotéticos ou mal compreendidos, enquanto lhes aguardava a confirmação, utilizando o critério da concordância e da universalidade do ensino dos Espíritos. Inúmeros capítulos dos livros básicos da Codificação, na integra ou com pequenas modificações, vieram a luz por meio da Revista Espírita.
Pelas suas páginas admiráveis desfilam os assuntos mais diversos, desde a fenomenologia mediúnica nos seus variados matizes, até as dissertações da mais pura moral evangélica, a vida no mundo espiritual, a sorte futura reservada aos que praticam e aos que não praticam o bem, a justiça da reencarnação, a bondade e a misericórdia divinas, enfim, os princípios fundamentais em que se assenta o Espiritismo”.

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

Publicado por: ceebcuritiba | 1 de maio de 2014

“A melhoria de tudo passa pela melhoria do ser”

Angélica da Costa Maia

Angélica Costa Maia

 

 

 

 

 

 

 

“A melhoria de tudo passa pela melhoria do ser”. 

De nada adianta – diz a confreira mineira – lutarmos somente
pela melhoria das instituições, pois elas não existem sem
as mentes que as constituem

Entrevista publicada na Revista O Consolador, Ano 7 – N° 333 – 13 de Outubro de 2013,

 

Angélica da Costa Maia nasceu em Belo Horizonte / MG e reside atualmente na cidade mineira de Lavras. Verbo fluente, profundo, exalando conhecimentos preciosos da Doutrina Espírita, conta-nos que é espírita desde que nasceu. É membro ativo do Centro Espírita Augusto Silva, de Lavras, mas não exerce ali nenhum cargo de direção. A cada momento vivido nas tribunas aonde vai, deixa nos corações a certeza da excelência espírita. É encantadora sua presença simples e sincera, leal à causa de Jesus. Conversamos com ela num daqueles momentos em que nos encontramos nas lidas doutrinárias:

Vivemos numa grande sociedade planetária. Como nos identificarmos nela?

Em se tratando de nossa manifestação no plano físico, penso que não devemos nos identificar com coisa alguma, a não ser com a tarefa que o Plano Maior nos designou. Afinal, não somos daqui e não permaneceremos por aqui por muito tempo. Daí que toda identificação com os níveis físicos só será motivo de muitas ilusões e atrasos em nossa marcha evolutiva. Mas devo entender também a pergunta como uma identificação no sentido de fraternidade e compromisso. Nesse caso temos que nos identificar com a proposta divina que nos traz o senso de fraternidade universal, sobretudo na aceitação das aparentes diferenças, aprendendo que todos somos uma só consciência no Senhor.

Compete aos homens do presente uma melhor adequação aos postulados de Jesus. Como atender a essa necessidade, tendo em vista os apelos contrários da mídia atual?

O cristão na atualidade deve se esforçar para que seu padrão mental, consequentemente seu padrão vibratório, seja o mais próximo possível de sua vontade sincera. A mídia retrata a horizontalidade dos pensamentos de uma humanidade que precisa se renovar e também tem sido instrumento para averiguar o nível de discernimento de todos nós que abraçamos a proposta crística, mas que ainda sentimos os apelos de nossos antigos padrões. Fazendo nossa parte, se esvaziarão os espaços utilitaristas que hoje representam, lamentavelmente, o desejo central de nossa humanidade.

Conflitos versus diálogos. Qual o melhor ponto de intercessão?

O conflito que vivemos nos vários níveis de relacionamento (com nós mesmos, com os outros, com a natureza…) representa a lei da polaridade do Cosmo que nos pede hoje harmonia dos opostos, em todos os sentidos. A síntese dos opostos é o desafio nos tempos atuais. Não podemos mais nos situar nas polaridades como, por exemplo: certo x errado, útil x inútil, lícito x não lícito, etc. O conflito entre as várias forças antagônicas, como proposta da divindade para o crescimento e qualificação da centelha divina, só existe para que haja a síntese de todas as experiências vividas. Por isso devemos ver o conflito como algo positivo que provoca nossas consciências a sintetizar o aprendizado e prosseguir nos novos patamares do Plano Evolutivo. Até que cheguemos a esse entendimento vamos, equivocadamente, imprimindo valores morais provisórios e desenvolvendo a crença das forças antagônicas (bem e mal, qualidades e vícios, defeitos e virtudes). Isso nos impede de entender a Força divina como uma só vertente manifestando-se de todas as formas, conforme o desenvolvimento dos veículos através dos quais Ela se manifesta. 

Poderia aprofundar um pouco mais em sua explicação?

O assunto é um pouco extenso, mas tentarei resumir da seguinte forma: a energia do “santo” é a mesma do “pecador”; só é diferente a direção. Não foi isso que fez Paulo, Pedro, Magdala? O diálogo com a natureza espiritual, com a Força Crística Interna, fez com que esses seres direcionassem a energia e se mostrassem Filhos da Luz. E isso devemos também fazer!

Dentro das diferenças existentes entre os membros da nossa sociedade atual, qual a melhor opção para um enfrentamento enriquecedor?

As diferenças são fonte de sabedoria, portanto, não deveriam ser motivo de contenda. Se só relacionássemos com os iguais, não teríamos nenhum desafio para mudar de nível vibratório, pelo contrário, teríamos muitos motivos para permanecer como somos. E isso não é bom, pois todo tipo de maturidade não é ponto de chegada, não é término, é sempre caminhada.

Disto resulta que devemos sempre buscar a cristã convivência fraterna?

Sim. Quanto mais lidarmos com vibrações diferentes mais aprenderemos a ciência da fraternidade universal e da apropriação dos bens eternos. A melhor opção é sempre manter o que temos de bom, sem nos deixar levar pelos apelos das ondas mentais coletivas, sendo, portanto, a manifestação de um nível de consciência mais elevado. E essa é a nossa maior contribuição neste período de aferição dos valores espirituais de nosso grupo planetário.

Fale-nos sobre os fundamentos de uma cultura de paz.

Tudo que quisermos saber sobre os fundamentos de uma cultura de paz encontraremos nas diretrizes do Sermão da Montanha, consignado nos cap. 5, 6 e 7 do Evangelho segundo Mateus. É compromisso interno e urgente.

Como estabelecer um pacto pessoal para nossas vitórias espirituais?

O único pacto que devemos fazer, conscientemente, é o de fazer valer a Vontade Superior, a despeito de nossos desejos, ainda que estes sejam sinceros e úteis. Devemo-nos entregar a uma Vontade Superior, integrando, assim, o grupo das mentes que já estão se afinizando com a nova proposta planetária, que não mais comportará os valores do ego, das vontades e interesses pessoais.

Em sua opinião estamos num tempo de transição planetária ou a nova aurora do mundo regenerador já se faz presente?

Estamos em fase de transição como humanidade, mas muitos já podem respirar o clima da regeneração, pois tudo depende do nível de consciência em que cada um se encontra. Importante é saber que o quinto reino se aproxima:– o reino espiritual.

Qual a melhor dinâmica para equacionarmos Espiritismo x Sociedades atuais?

Espiritismo na sociedade atual deve significar vivência do Evangelho com consequente elevação/sutilização de nossos propósitos de vida.

No quesito violência contra as minorias, como vê uma atuação positiva dentro das responsabilidades públicas?

A melhoria de tudo passa pela melhoria do ser. De nada adianta lutarmos somente pela melhoria das instituições, pois elas não existem sem as mentes que as constituem. Se não fizermos uma mudança de padrão mental, todos nós, de nada adiantarão nossos esforços por causas, instituições, formas sociais etc. Vamos nos recordar de Paulo de Tarso quando disse que não nos conformássemos com esse mundo, mas que o transformássemos pela renovação de nossa mente.

E dentro das responsabilidades religiosas, principalmente o Espiritismo?

As religiões deveriam libertar as mentes e trabalhar os novos padrões crísticos da humanidade, mas não fizeram isso. Algumas, inclusive, desenvolveram padrões contrários ao progresso e à libertação das mentes. No caso do Espiritismo, temos que atentar para que não nos falte discernimento quanto à forma e conteúdo da divulgação dos princípios doutrinários, sob pena de nos assemelharmos a outros movimentos que, por mais sérios e instrutivos que sejam, ainda não correspondem ao que nos pede o Mais Alto nestes tempos de transição.

Qual a principal fundamentação espírita que penetra com mais profundidade e excelência o coração do homem?

Depende muito do nível de consciência de cada um. Temos ainda muita passividade naqueles que seguem os postulados espíritas no sentido de buscarem fórmulas mágicas para resolverem os problemas da vida. Temos que oferecer o conteúdo lógico, racional e consolativo da doutrina espírita, mas não podemos nos esquecer de ofertar a ferramenta básica para o adepto: evangelho e compromisso.

Em sua opinião, como melhor exercer a liberdade que o livre-arbítrio nos proporciona?

Não estamos mais em momento de ficar fazendo experiências com livre-arbítrio. São muitos evos de experiência nesse contexto. Hoje o que precisamos é exercer o livre- arbítrio no sentido de fazer uma só vontade – a do Pai, e seguir um só caminho – o da luz.

Recursos suficientes para uma vida melhor, como vê esta proposta?

Essa é a proposta de Jesus. Temos tudo para viver uma vida de mais luz e mais paz. À disposição de todos nós está a abundância de Deus. Seus celeiros estão fartos dos grãos da sabedoria e da verdade. Depende de querermos experimentar essa busca, com sinceridade de propósitos e fazendo o que Maria, irmã de Marta, fez: escolher a melhor parte, a única coisa necessária.

Em qual quesito o movimento espírita atual precisa aprimorar-se mais?

Ser mais profundo, silencioso, meditativo. Nosso movimento é muito “festeiro” e a mensagem, por mais elevada que seja, às vezes, se perde na agitação e nos excessos de nossos eventos. Aprendemos que um Centro Espírita é escola, hospital, oficina de trabalho e templo. Este último aspecto anda meio esquecido…

Como é seu trabalho de divulgadora do Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita? Quais seus contatos para palestras e outros eventos?

O trabalho que realizamos é de divulgar os princípios espíritas e o Evangelho de Jesus através da palavra (palestras e seminários).

Contato: angelicalavras@hotmail.com

Como é o movimento espírita de Lavras e como funciona a Casa Espírita onde exerce suas atividades doutrinárias?

O movimento espírita de Lavras não é diferente do de outras cidades. Lavras é uma cidade do interior, estudantil, com universidade, o que facilita a divulgação dos princípios doutrinários, dado o público vindo de diversos lugares. Temos uma interação boa e fraterna entre todas as casas espíritas, que têm tarefas em conjunto, o que facilita o intercâmbio e o desenvolvimento de nossa união e fraternidade. A casa espírita que frequento é o Centro Espírita Augusto Silva, fundado em 1920, casa pela qual passou a querida Yvonne do Amaral Pereira, e onde ela escreveu a excelente e inspirada obra “Memórias de Um Suicida”.

Muito obrigado e, por favor, deixe-nos suas palavras finais.

Agradeço sua gentileza e a oportunidade de participar deste trabalho de divulgação.  Rogo a Deus que nos mantenha unidos na busca iluminativa, pois contando com o amparo de companheiros nossa caminhada é mais feliz e os riscos de nos equivocarmos diminuem. Sejamos, então, um só coração com Jesus!

 

Estude a Doutrina Espírita através das Obras básicas. E como disse Dona Yvonne do Amaral Pereira, no livro de entrevistas “Pelos Caminhos da Mediunidade Serena”, organizado por Pedro Camilo, Obras Básicas entende-se pelas obras de Allan Kardec (Livros e Revista Espírita), Leon Denis, Gabriel Delanne, Ernesto Bozzano e Camille Flammarion.

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